Eu, Você e a Garota que vai Morrer

253480Greg (Thomas Mann) é um cara bem legal que descobriu que não pertence a nenhum grupo na escola, mas que pode se relacionar com todos. Sério, pra mim ele descobriu a fórmula do sucesso que a maioria dos estudantes sempre quis saber.

Por esse motivo, ele consegue ser amigo de todo mundo e participar dos mais diversos grupinhos.
Ele também tem gostos diferentes e bem criativos, tipo fazer versões de filmes clássicos do cinema com seu amigo Earl (RJ Cyler), mas tudo de forma bem tosca e com roteiros alterados por eles. Uma coisa legal pra se fazer na adolescência, vai.

Mas as coisas começam a mudar quando Greg é obrigado pela mãe a se aproximar de uma aluna com leucemia, que ele mal conhece, chama Rachel (Olivia Cooke).
Sei também que o filme é uma adaptação do livro com mesmo nome, publicado por aqui pelo selo Fábrica231, da Rocco, e que fez algum sucesso.

Realmente não li, mas a história que muitas pessoas comparam com A Culpa é das Estrelas, foi muito interessante para mim. Particularmente, não vejo muita semelhança entre as duas, tirando o fato de uma história de amizade com um personagem vivendo uma doença terminal.

Eu, Você e a Garota que vai morrer (Me, Earl and the Dying Girl) é mais adolescente e, por isso, inocente. Não tem aquele clima romântico e acaba falando mais com a nossa nostalgia e coração do que com sentimentos de amor. É uma história que nos relaciona a nossas vivências escolares e as escolhas que fizemos ou faremos nessa época. E que também fala muito sobre o valor verdadeiro de termos amigos pra guardar pra sempre.

Realmente gostei muito da premissa, só descobri o filme por saber que tinha ganho o prêmio principal do Festival de Sundance 2015, e não me arrependi de embarcar na história de Greg, Earl e Rachel.

Parabéns para o diretor Alfonso Gomes-Rejon, que não conhecia mas chamou minha atenção pela forma como abordou a história. Vou querer acompanhar mais coisas dele e, com certeza, indico Me, Earl and the Dying Girl para você começar.

Ah, como não poderia deixar de ser em um drama desses, o final é emocionante. 🙂

Direção: Alfonso Gomez-Rejon
(2015)

 

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